Mötley Crüe: Tommy Lee proíbe uso de músicas da banda em parque americano

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O baterista do Mötley Crüe, Tommy Lee, proibiu o famoso parque de atrações marinhas americanas, “Sea World”, de usar músicas do Mötley Crüe em suas atrações.
Tommy enfureceu-se quando ficou sabendo que o parque pretendia usar Rock And Roll para uma nova atração de orcas, chamada “Shamu Rocks”, já que acha que é cruel fazer os animais atuarem em números de entretenimento.
Em uma carta para John T. Reilly, presidente da filial de San Diego do parque temático, ele escreveu: “Apesar de gostarmos de torturar nossos fãs humanos que vão a nossos shows por vontade própria, não queremos colaborar em fazer a vida de animais inocentes um inferno.”
Essa não é a primeira vez que Tommy – um integrante ativo da PETA (Povo pelo Tratamento Ético dos Animais) – se mostra chateado com o tratamento das baleias no SeaWorld.
Em 2010, ele escreveu para a matriz em Orlando, para reclamar de como eles obtinham esperma de baleia de uma de suas orcas, Tilikum: “Nós sabemos através do próprio diretor de segurança do Seaworld (e por vídeos na internet) que o modo de obter esse esperma é alguém entrar na piscina e masturbar a baleia com uma vagina de vaca cheia de água quente. Nem nos meus piores momentos no Mötley Crüe eu poderia imaginar algo tão pervertido e doentio.”
O SeaWorld se defendeu das alegações dizendo que a idéia de usar uma vagina de vaca para masturbar uma baleia era  “além de absurda”.
Tanto Tommy como a PETA já pediram para as baleias serem devolvidas a seu habitat.

O baterista do Mötley Crüe, Tommy Lee, proibiu o famoso parque de atrações marinhas americanas, Sea World, de usar músicas do Mötley Crüe em suas atrações.

Tommy enfureceu-se quando ficou sabendo que o parque pretendia usar Rock And Roll para uma nova atração de orcas, chamada “Shamu Rocks”, já que acha que é cruel fazer os animais atuarem em números de entretenimento.  

Em uma carta para John T. Reilly, presidente da filial de San Diego do parque temático, ele escreveu: “Apesar de gostarmos de torturar nossos fãs humanos que vão a nossos shows por vontade própria, não queremos colaborar em fazer a vida de animais inocentes um inferno” . Essa não é a primeira vez que Tommy – um integrante ativo da PETA (Povo pelo Tratamento Ético dos Animais) – se mostra chateado com o tratamento das baleias no SeaWorld.

Em 2010, ele escreveu para a matriz em Orlando, para reclamar de como eles obtinham esperma de baleia de uma de suas orcas, Tilikum: “Nós sabemos através do próprio diretor de segurança do Seaworld (e por vídeos na internet) que o modo de obter esse esperma é alguém entrar na piscina e masturbar a baleia com uma vagina de vaca cheia de água quente. Nem nos meus piores momentos no Mötley Crüe eu poderia imaginar algo tão pervertido e doentio.”

O SeaWorld se defendeu das alegações dizendo que a ideia de usar uma vagina de vaca para masturbar uma baleia era  “além de absurda”. 

Tanto Tommy como a PETA já pediram para as baleias serem devolvidas a seu habitat.

Redação

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