
Banda alemã de thrash metal conta com o baterista brasileiro Alexandre “Xandão” Brito (ex-Andralls) | Foto: Maycon Avelino
A banda alemã de thrash metal Nuclear Warfare, que conta com Fritz (vocal e baixo), Listl (guitarra) e o baterista brasileiro Alexandre “Xandão” Brito (ex-Andralls), apresenta seu novo álbum, “All Hail To The Liberator”, lançado pela MDD Records. O sucessor de “Lobotomy” (2020) mantém o diálogo com a escola alemã de thrash dos anos 1980, ao mesmo tempo em que incorpora influências da Bay Area, resultando em um disco que equilibra agressividade, melodia e abordagem old school.
Gravado no Dual Noise Studio, em São Paulo, com produção de Rogério Wecko, o álbum apresenta nove faixas inéditas que exploram diferentes nuances do estilo. Logo na abertura, “Nuclear War” sintetiza a proposta do disco com riffs marcantes, bateria veloz e um refrão direto, enquanto “Rough Day” aposta em uma pegada mais oitentista e bem-humorada, transitando entre o thrash e o punk com mudanças de dinâmica e passagens mais atmosféricas.
O repertório ganha força com “United By Thrash”, construída sobre um riff marcante e um refrão pensado para a resposta imediata do público, e “Power of War”, que flerta com o speed metal ao trazer intensidade crua e influência de bandas como Megadeth. Já “With Sword and Cross” se destaca como a composição mais ousada do disco, incorporando elementos de doom metal em uma estrutura mais longa e hipnótica, ampliando o alcance sonoro do grupo.
A reta final do álbum mantém a diversidade e a energia. “The Stricker” resgata o thrash veloz com forte influência punk e temática inusitada ligada ao futebol, inspirada no atacante Miroslav Klose, enquanto “Trouble in the World” apresenta um riff poderoso e referências que passam por Sepultura e Bob Marley, tanto na sonoridade quanto no conceito. Em “What I Really Can”, a banda mistura diferentes vertentes do metal com uma abordagem mais narrativa e reflexiva.
Encerrando o disco, a faixa-título “All Hail To The Liberator” sintetiza a proposta do trabalho ao unir peso, dinâmica e um tom crítico, abordando de forma sarcástica a atuação de líderes políticos em contextos de guerra. Com arte assinada por Nestor Carrera, o álbum reafirma a trajetória do Nuclear Warfare desde sua fundação em 2002, na cidade de Ludwigsburg, mantendo a essência do thrash clássico, inspirado por nomes como Kreator, Sodom, Destruction, Slayer e Sepultura, mas com personalidade própria.
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Confira o videoclipe de “Nuclear War” em https://youtu.be/jRF2SZVvTyQ

Ricardo Batalha | ASE Music
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