Kiara Rocks

Iron Maiden e Slayer estarão no palco principal do Rock in Rio no dia 22 de setembro. O Kiara Rocks também.

Em sete anos de estrada, essa banda brasileira independente já acumula disco com produção de Matt Sorum (ex-Guns N’ Roses), participações de Sebastian Bach (ex-Skid Row), Tracii Guns (L.A. Guns), Dinho Ouro Preto (Capital Inicial) e Rafael Bittencourt (Angra), além de masterização no Abbey Road Studios com direito a elogios do engenheiro de som Geoff Pesche, que já trabalhou com Blur, Coldplay e Black Sabbath.

Entre os preparativos para o lançamento do terceiro álbum, Daqui Por Diante, e a expectativa para o maior show da carreira do grupo no Rock in Rio, o vocalista e compositor da banda, Cadu Pelegrini, explica o que cada uma dessas conquistas refletiu no Kiara Rocks.

COVERS: POR QUÊ?

“Sempre fizemos versões. A maioria das bandas pega um rock e não muda muito. A gente muda a música inteira e deixa com a nossa cara. No disco anterior, temos uma versão do George Michael com o Sebastian Bach. Nesse, Duran Duran e Herbert Vianna. O produtor do Abbey Road Studios disse: ‘Foi preciso uma banda brasileira fazer versão de uma banda aqui da Inglaterra para mostrar como é que é’. A maioria tem medo e acaba sendo muito igual.”

DISCOGRAFIA DE CABECEIRA

Sabbath Bloody Sabbath, do Black Sabbath, High Voltage, do AC/DC e Led Zeppelin IV, do Led Zeppelin. É impressionante como esses caras não tinham computador, são muito afinados e os takes são muito certos… Às vezes não está tudo certo, mas isso também é legal. No Led Zeppelin IV, por exemplo, dá até para ouvir a mola do pedal do John Bonham. Não precisa limpar isso, tem que deixar. Como referência de sonoridade mais recente, gosto muito do Wasting Light, do Foo Fighters, que foi gravado em uma mesa dos anos 70.”

LIÇÃO APRENDIDA

“O Matt Sorum nos mostrou uma outra logística de gravação. Aqui, a maioria dos caras grava toda a bateria primeiro, depois vai fazendo as outras coisas do disco. No álbum anterior, trabalhamos música a música. São regulagens diferentes, sets diferentes. A gente aprendeu com ele assim e trouxemos isso para o nosso trabalho atual. Lá na masterização, no Abbey Road Studios, também. Na hora, não dá para prestar atenção no que o cara está falando e anotar. Mas você absorve e depois aplica.”

Confira a entrevista na íntegra no Saraiva Conteúdo.

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