Por: (Arte Metal)

O incansável vocalista Gary Hughes (que voz hein?) está à frente do TEN desde 1996 e sem interrupções chega ao seu décimo terceiro disco de estúdio mostrando todas as qualidades que a banda sempre teve, além da impressionante capacidade de se reinventar.

O grupo, que tem como foco o Hard Rock, mas não se fecha a isso, sempre prima por buscar um clima diferente em seus discos. Por exemplo, no anterior “Isla De Muerte” (2015), trouxe algo mais épico, com temas envolvendo mais mitologia, santidades e lendas.

Em “Gothica” a banda traz seu lado mais sombrio, porém sem perder suas características. Enquanto o Hard Rock da banda continua a flertar com o Metal e Prog, elementos do AOR e Melodic Rock também se fazem presente, porém o peso das composições é o grande diferencial da banda.

Com uma boa melodia imposta, no instrumental a coesão, os arranjos e os ótimos solos de guitarra de Dann Rosingana se destacam. Claro que a produção, a cargo do próprio Hughes, com mixagem e masterização de Dennis Ward (PINK CREAM 69, UNISONIC) colabora para o resultado final, sendo que faixas como The Grail, que abre o disco de forma épica, Jekyll and Hyde e In My Dreams se sobressaem às outras, mas bem pouco do que se imagina. Um disco sem erros e que mantém a pegada da banda.

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Nota: 8,5

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Vitor Franceschini

Jornalista graduado, editor do Blog Arte Metal.